-No fim das contas, de que vale o tempo se o que realmente importa é estar perto de quem amamos?
-De que valem os versos se pouco importa a quem realmente deveriam interessar?
-De que vale um amor crescente que não é correspondido por um tempo instável e descabido...
-E o que fica nítido como um grito ecoando é um singelo e certeiro pedido: 'Vamos dar um tempo?'
-Pedido inesperado ou premeditado?
-Será que tem volta?
-Tantas perguntas e tanto sofrimento, para uma única resposta!
-Por que tanta dúvida, tanta incerteza por algo que é tão óbvio, tão claro?
-... Se eu pudesse escolher optaria por desconhecer o amor e a paixão ardente, isso me levaria a caminhos diferentes longe do meu sofrimento real, que dor... No coração... Na alma, que teima em não ter cura!
-Insensato em pensar e perdido na razão de querer amar, não quem está próximo, mas quem se afasta e se esconde!
-De que valeu escrever estes versos tão amargos de alguém tão triste a procura de cura para o seu pobre coração insensato!
Por JM.

Esse não foi por estálos em sua mente, mas de de peito aberto, feito por JM.
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